O âmbar aprisionou o suspiro de tempos passados,
como as cores dos sonhos suspensos e inacabados.
Ambarinos Tempos inusitados!
Globo de sonhadas vidas intocáveis, perpetuadas
no vítreo vislumbre de histórias empolgadas.
Ambarinos Tempos inusitados!
Longínquos ecos murmuram acordes desconhecidos
espicaçando a humana mente por meandros atrevidos.
Ambarinos Tempos inusitados!
Olhar a vida aprisionada num farrapo de tempo esquecido,
cerrar os olhos e viajar num mundo há muito perdido.
Ambarinos Tempos inusitados!
O âmbar guardou a memória da Vida numa gota de mel,
qual abelha diligente, qual barqueiro velho em seu batel,
fica a memória de um passado esculpida a cinzel…
Ambarinos Tempos inusitados!
Ambarinos Tempos… agrilhoados!
Lágrimas de lua









